Ervas aromáticas multiplicadas em água — sem substrato, sem custo, sem complicação. Basta um copo, água limpa e uma estaca com pelo menos um nó. 11 ervas que enraízam em água: - Manjericão: 8 cm de haste submersa. A mais fácil. Raízes em 5 a 7 dias. - Alecrim: 5 cm submerso. Enraizamento mais lento — 2 a 3 semanas. Troque a água a cada 2 dias. - Hortelã: 4 cm. Rápida e robusta. Praticamente infalível. - Poejo: 6 cm. Variedade de hortelã muito usada no Brasil, enraíza com a mesma facilidade. - Sálvia: 8 cm. Retire todas as folhas da parte submersa. - Orégano: 5 cm. Prefira luz indireta — luz direta intensa resseca as folhas antes de enraizar. - Tomilho: 6 cm. Hastes jovens e verdes enraízam melhor do que as lenhosas. - Erva-cidreira (melissa): 7 cm. Cresce rápido em água — transplante para o substrato assim que as raízes atingirem 3 cm. - Salsinha: 4 cm. Use estacas com pecíolo, não apenas folhas. - Manjericão-roxo: 4 cm. Mesmo método do manjericão comum, enraíza igualmente bem. -...
O Milagre de Aimorés: Como um Deserto de Pastagem Voltou a Ser Mata Atlântica Introdução: Nos anos 1990, o renomado fotógrafo Sebastião Salgado retornou à fazenda de sua família em Aimorés, Minas Gerais, esperando encontrar o paraíso verde de sua infância. O que ele encontrou foi um cenário desolador: a Mata Atlântica havia dado lugar a uma terra degradada, seca e erodida pela pecuária extensiva e pelo desmatamento. Apenas 0,5% da vegetação original restava, e a vida selvagem havia desaparecido. Diante da devastação, sua esposa, Lélia Deluiz Wanick Salgado, teve uma ideia que parecia loucura na época: "Por que não replantamos a floresta inteira?" O Corpo do Texto: Assim nasceu o Instituto Terra. O desafio era imenso. O solo estava tão compactado e pobre que as primeiras tentativas de plantio enfrentaram grandes dificuldades. Não se tratava apenas de cavar buracos e colocar mudas; era necessário restaurar a própria capacidade da terra de sustentar a vida. Com uma abordagem ci...
Você já ouviu falar na Grande Muralha Verde da África? . Muito além de um cinturão de árvores, essa é a maior iniciativa de restauração ecológica do continente africano — e uma das mais ambiciosas do mundo. Uma verdadeira muralha viva com 8.000 km de extensão e 15 km de largura, que atravessa 11 países do Sahel, região fortemente afetada pela desertificação. . O objetivo é claro e urgente: restaurar 100 milhões de hectares de terras degradadas até 2030, capturar 250 milhões de toneladas de CO₂ e gerar 10 milhões de empregos verdes. É mais do que reflorestar. É regenerar vidas, resgatar ecossistemas, fortalecer a segurança alimentar e empoderar comunidades inteiras. . Senegal e Etiópia já colhem frutos desse esforço, com milhares de hectares restaurados e populações locais engajadas em soluções baseadas na natureza, unindo sabedoria ancestral e inovação climática. . Porém, o projeto ainda está longe da meta. De acordo com a UNCCD, menos de 30% da Muralha foi concluída. Atrasos no financ...
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